NegóciosCooperaçãoWeb Summit: CEO da Huawei é um dos oradores

Guo Ping regressa a Portugal, para o evento agendado para Novembro, em Lisboa
24 de Julho, 2019834 min

Guo Ping , director executivo da Huawei  foi convidado a regressar a Portugal para ser um dos oradores da Web Summit. A edição deste ano, agendada de 4 a 7 de novembro, no Parque das Nações, em Lisboa, conta com algumas novidades, nomeadamente duas novas adições no palco principal.

O CEO rotativo da Huawei junta-se, assim, a nomes como Brad Smith, responsável jurídico e presidente da Microsoft, Elie Seidman, presidente executivo do Tinder, ou Marc Raibert, fundador e presidente executivo da Boston Dynamics.

Randy Freer, presidente executivo do Hulu, Fernando Machado, responsável mundial de marketing do Burger King, e Nikolay Storonsky, fundador e presidente executivo do banco digital Revolut, são outros dos oradores já revelados.

Web Summit
Guo Ping, CEO da Huawei regressa à Web Summit
Foto: Observador

Hoje, foi a vez de Guo Ping juntar-se à lista dos 300 oradores anunciados para o evento tecnológico. A notícia foi confirmada no Twitter do evento, assim como no de Paddy Cosgrave, co-fundador da Web Summit.

Para esta edição, já foram anunciadas algumas novidades. Prevê-se que hajam “duas novas adições ao palco principal da Web Summit, com o MoneyConf a ir para Lisboa e o Venture a ter mais um dia”. Além disso,  “a conferência vai ter também dois novos temas focados nos videojogos (gaming) e no streaming (visualização de conteúdos de vídeo em tempo real através da internet, como faz o Netflix)”, afirma o site oficial do evento.

Uma das medidas que a empresa chinesa dispõe é a de um sistema de CEO rotativo. Esse, permite que, a cada seis meses, o cargo de director executivo da empresa seja ocupado por um dos três líderes da empresa: Guo Ping, Xu Zhijun e Hu Houkun. Neste momento, quem assume a liderança da empresa é Hu Houkun, em conjunto com o conselho de administração.

Actualmente, a Huawei enfrenta um dos maiores desafios registados, devido aos conflitos existentes entre o grupo chinês e os Estados Unidos da América (EUA). Ontem, a empresa anunciou que vai despedir 600 funcionários devido à “sequência das sanções”, disse a agência Lusa. Para além dos EUA, também a Austrália e a Nova Zelândia já demonstraram desconfianças quanto à empresa.

Fonte: Lusa e site Web Summitweb

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