ComunidadeEducaçãoProjecto-Piloto de Ensino de Mandarim ganha novo fôlego 

Este ano lectivo, 13 instituições de ensino ensinam mandarim, mais quatro que no ano passado. 
3 de Janeiro, 20202305 min

O Projecto-Piloto de Ensino de Mandarim foi alargado neste ano lectivo de 2019/2020 e passou a ser leccionado pela primeira vez em escolas de ensino profissional. Neste ano, 13 escolas estão a ter a disciplina, mais quatro que no ano anterior. As informações foram reveladas pelo Gabinete do Ministro da Educação ao Ni Hao Portugal.  

O ensino de mandarim ganhou um novo fôlego este ano com a assinatura de um protocolo no o Ministério da Educação e o Instituto Confúcio relativo à Cooperação para o Ensino de Mandarim no Ensino Secundário Português. Em comparação com o ano transacto, o número de alunos registou um aumento substancial passando de 289 para 420 alunos. 

O projecto “prevê a aprendizagem da língua e outras áreas de intervenção, nomeadamente o contacto com a cultura. Nesse âmbito, foram celebrados no ano lectivo anterior protocolos de Geminação e Intercâmbio Escolar entre cinco escolas do Projecto-Piloto e escolas secundárias da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM). 

Em abril de 2019, foi realizada uma visita de estudo cultural à China a sete directores das escolas-piloto, organizada pelo Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa e pela Universidade de Estudos Estrangeiros de Tianjin. “Esta visita foi extremamente relevante para as escolas do Projecto-piloto, impulsionando a abertura de mais turmas para 2019/2020 e a inclusão de mais 4 escolas”. 

“O despacho publicado em Diário da República garantiu para este ano lectivo a continuidade do ensino do Mandarim como LE III no currículo do ensino secundário, designadamente na componente de formação geral (10.º-11.º anos) ou na componente de formação específica (10.º-11.º anos e 12.º ano) dos cursos científico-humanísticos e, paralelamente, no currículo dos cursos profissionais”. 

Neste ano, e no quinto de execução, os alunos dividem-se entre 13 escolas de rede públicas portuguesas. 290 no 10ª ano, 118 no 11ª e 12 no 12ª. Quanto aos docentes, passaram de 10 para 12. “Há ainda a destacar o alargamento do projecto aos alunos do Ensino Profissional. O projeto conta este ano já com 73 alunos desta oferta”.

As nove instituições de ensino que integram este projecto desde 2015/2016 dividem-se pelas Regiões Norte, Centro Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve. São elas: Escola Secundária Oliveira Júnior (São João da Madeira), Escola Secundária Carlos Amarante (Braga), Escola Secundária D. Duarte (Coimbra), Escola Secundária Engenheiro Acácio Calazans Duarte (Marinha Grande), Escola Secundária D. Pedro V (Lisboa), Escola Básica e Secundária Professor Reynaldo dos Santos (Vila Franca de Xira), Escola Básica e Secundária Anselmo de Andrade (Almada), Escola Secundária D. Sancho II (Elvas) e a Escola Secundária Dra. Laura Ayres (Loulé). 

A estas, juntaram-se neste ano lectivo 2019/2020 mais quatro escolas nas Regiões Norte, Centro e Lisboa e Vale do Tejo – Escola Básica e Secundária Dr. Manuel Gomes Almeida (Espinho), Escola Secundária de Estarreja (Estarreja), Escola Secundária Adolfo Portela (Águeda) e a Escola Secundária Cacilhas- Tejo (Almada).

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