CulturaSem CategoriaLançamento do livro “Viagem a Macau – Uma Relíquia de Portugal no Oriente” 

10 de outubro, às 18 horas, no Salão Nobre do Palácio da Independência. Entrada livre.
10 de Outubro, 2019574 min

A obra “Viagem a Macau – Uma Relíquia de Portugal no Oriente” foi lançada em 1978 e é de Vasco Callixto.  Como forma de prestar uma singela e justíssima homenagem ao autor, o Instituto Internacional de Macau (IIM) decidiu reeditar o livro, dando-lhe um novo reconhecimento e uma nova vida. 

Vasco Callixto viajou para Macau pela primeira vez a 1977 numa viagem com cerca de três semanas. 15 anos mais tarde regressou ao país para recordar os encantos que este tinha para oferecer. A obra representa a primeira viagem do autor a Macau.

Numa nota oficial à comunicação social, o IIM revelou que “este livro serve para revelar às novas gerações as impressões da primeira viagem do autor a terras orientais, compreendendo uma parcela da Tailândia, Hong Kong e Macau, uma permanência de vinte dias”.

“Ler este livro hoje permitia ao leitor recuar quatro décadas e ficar a conhecer a Macau de ontem, uma Macau saudosa cem por cento portuguesa, que transmita orgulho e emoção a quantos portugueses pisavam a terra de Macau”, acrescentou. 

Nesta obra, o autor revela os 26751 quilómetros feitos de avião, mais 142 quilómetros de barco e outros 285 quilómetros de carro feitos na viagem de 1977. 

Vasco Callixto nasceu a 1925, em Lisboa, e é jornalista e autor de vários livros ligados às suas viagens. Com 94 anos, o escritor já publicou grandes obras literárias, como a Viagem à Índia, em 1988, Por Estradas da Venezuela, no ano seguinte, Uma Volta ao Mundo em Português, a 1996, e a mais recente 50 anos de viagens, em 2011.  

Esta, é uma iniciativa do Instituto Internacional de Macau e conta com a parceria do Instituto de Luís Gonzaga Gomes e da Sociedade Histórica da Independência de Portugal. 

O lançamento oficial de “Viagem a Macau – Uma Relíquia de Portugal no Oriente” está agendado  hoje,  10 de outubro, às 18 horas, no Salão Nobre do Palácio da Independência. A entrada é livre. 

Viagem a Macau

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