AgendaCulturaIdentidade e Cinema Macaense na Fundação Oriente

Estes, serão o quarto e o quinto evento do Programa Comemorativo Macau 20 Anos, da Fundação Oriente.
3 de Dezembro, 2019514 min

O 20º Aniversário da Transferência da Administração de Macau para a China continua a ser celebrado pela Fundação Oriente. Desta vez, a instituição apresenta a 6 de Dezembro um debate sobre o futuro da comunidade macaense e a 8 de Dezembro a exibição dos filmes “O Som do Bambu” e “Cidade Ecrã”.

Passados 20 anos sobre a Constituição da Região Administrativa e Especial de Macau (RAEM), as mudanças e dinâmicas introduzidas pela China foram-se cristalizando. A comunidade macaense, por sua vez, continua activa, viva e presente, marcando a dimensão dos seus traços identitários pelas iniciativas e posicionamento que assumem. É por esta visão que a organização decidiu levar a cabo o debate “Identidade Macaense: Que futuro?”, no dia 6 de Dezembro, às 18:00 horas. O debate pretende “contribuir para equacionar as reflexões e os pontos de vista que a comunidade macaense vai expressando sobre o seu futuro”, diz a organização.

Este debate terá a coordenação de Carlos Piteira, a moderação de Maria Valente e os intervenientes Mário Santos, Manuel Rodrigues, Joaquim Pereira, Celina de Oliveira, Marisa Gaspar e Vítor Serra de Almeida. Conta com o apoio da Produtora Audiovisual LivreMeio.

Dois dias depois, a 8 de Dezembro, será exibido no Auditório do Museu Oriente, pelas 17:00 horas, os filmes “O Som do Bambu” e “Cidade Ecrã”. Para Javier Martinez, realizador do filme O Som do Bambu, “o bambu tem sido durante muito tempo o símbolo do carácter chinês. O bambu é flexível, curva-se com o vento, mas nunca se quebra e as suas raízes são extremamente fortes”.  É com esta metáfora que o realizador decidiu fazer o filme, já que “a milenária cultura chinesa é como as raízes de bambu, a base para que a Diáspora chinesa mantenha a essência da sua identidade”. Este filme será legendado em português e em mandarim.

Já o filme Cidade Ecrã, tem como realizador Rui Filipe Torres e foi rodado em Macau, entre Janeiro e Fevereiro de 2018. No filme, o realizador questiona o papel da sétima arte na construção da cidade criativa e nas relações de Portugal com Macau. O filme estará legendado em inglês.

Estes eventos incluem-se no Programa Comemorativo Macau 20 Anos, por ocasião do 20º Aniversário da Transferência de Administração de Macau para a China. A entrada é gratuita, mediante levantamento prévio do bilhete no próprio dia nas instalações da Fundação Oriente.

Deixa uma Resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados com *